Quem nunca sonhou com uma cidade perfeita, organizada, onde tudo flui sem problemas, com espaços verdes convidativos e uma infraestrutura que realmente funciona para todos nós?

A verdade é que, por trás de cada rua bem-cuidada ou de cada novo empreendimento que vemos surgir, existe um universo de decisões complexas, burocracias intermináveis e, honestamente, muitos desafios que tiram o sono de qualquer um que se dedique ao planejamento urbano.
Eu mesma, em minha jornada lidando com projetos e discussões sobre o futuro das nossas comunidades, já me deparei com dilemas que pareciam insolúveis.
Como equilibrar o crescimento acelerado, que traz desenvolvimento, com a preservação do nosso valioso patrimônio histórico e ambiental? Ou ainda, como garantir que todos os cidadãos, desde os centros urbanos mais movimentados até as periferias em expansão, tenham acesso equitativo a serviços de qualidade, desde o transporte público eficiente até áreas de lazer e cultura, sem comprometer os recursos para as futuras gerações?
Navegar por este mar de complexidade, buscando entender as últimas tendências em cidades inteligentes, mobilidade sustentável e soluções inovadoras para habitação, é crucial para construirmos ambientes que realmente sirvam às pessoas, tornando-as mais felizes e produtivas.
Se você já se perguntou sobre os bastidores da construção das nossas cidades, ou se sente a mesma paixão e, às vezes, a mesma frustração que eu sinto ao pensar nesses desafios, então prepare-se para uma imersão profunda.
Vamos desvendar juntos todos os meandros do planejamento urbano e descobrir como transformar esses obstáculos em oportunidades reais para um futuro melhor!
Estou de volta, pessoal! Que bom ter vocês por aqui no nosso cantinho de descobertas urbanas. Eu sei que o planejamento das nossas cidades pode parecer um bicho de sete cabeças, cheio de leis, burocracias e discussões que, à primeira vista, parecem distantes do nosso dia a dia.
Mas a verdade é que, no fundo, tudo isso afeta diretamente a qualidade da nossa vida, desde o ar que respiramos até a facilidade de nos locomovermos ou de encontrar um lugar bacana para morar.
Eu, que já me vi mergulhada nesse universo complexo, posso garantir que entender as tendências e inovações é como ter um mapa para um futuro mais justo e sustentável para todos.
É uma jornada que vale a pena!
A Vibe das Cidades Inteligentes: Mais Conexão, Menos Complicação
Tecnologia a Serviço da Gente
Gente, as “cidades inteligentes”, ou Smart Cities, não são mais coisa de filme futurista, não! Elas estão se tornando uma realidade cada vez mais palpável ao nosso redor, e eu tenho visto de perto o potencial transformador que elas carregam.
A ideia central é usar a tecnologia e a análise de dados para otimizar tudo: desde a gestão do trânsito e do consumo de energia até a segurança pública e o acesso a serviços básicos.
Pensem só: uma cidade onde os semáforos se ajustam em tempo real para diminuir o engarrafamento, ou onde a iluminação pública se acende e apaga de forma inteligente, economizando recursos.
Parece sonho, né? Mas é algo que já está acontecendo em lugares como Barcelona e Singapura, que usam a análise de dados para melhorar a qualidade do ar e otimizar o tráfego.
No Brasil, cidades como São Paulo, Florianópolis e Curitiba já são reconhecidas por seus avanços nesse campo, mostrando que temos muito potencial para crescer e inovar.
O desafio maior, claro, é o investimento inicial, que pode ser bem alto, e a complexidade de integrar tantos sistemas diferentes, mas os benefícios em termos de eficiência, economia e, principalmente, qualidade de vida para nós, cidadãos, são imensos.
Os Desafios Reais no Caminho para a Inteligência
Não vamos romantizar, né? Ser uma cidade inteligente não é só instalar câmeras e sensores. Eu vejo que a implementação dessas soluções enfrenta barreiras bem concretas.
Primeiro, a gestão deficiente do transporte urbano, que muitas vezes é resultado de um crescimento desorganizado, e que a tecnologia pode, e deve, ajudar a aprimorar.
Outro ponto crítico é a infraestrutura de dados. Muitas prefeituras ainda usam sistemas antigos, sem uma integração de bases de dados, o que dificulta muito uma gestão centralizada e eficaz.
Além disso, no Brasil, ainda lidamos com o paradoxo de ter polos tecnológicos de ponta, mas com questões sociais básicas que precisam de solução urgente.
Em 2025, o ano que estamos vivendo, a inteligência artificial generativa já aponta para mudanças significativas na forma como as cidades podem resolver problemas históricos, como a qualidade da água e do ar.
Mas, para que isso funcione de verdade, é crucial que as políticas públicas sejam claras e responsáveis, especialmente quando o assunto é o uso de tecnologias de monitoramento, para equilibrar segurança e privacidade de todos nós.
É um debate constante, mas necessário.
Mobilidade Urbana Que Nos Leva Mais Longe e de Forma Sustentável
Transporte Público Eficiente e Amigo do Ambiente
Sabe aquela sensação de tempo perdido no trânsito ou a dificuldade de chegar a algum lugar sem depender do carro? Pois é, a mobilidade urbana é um dos maiores dilemas das cidades modernas, e eu sinto isso na pele diariamente!
Mas a boa notícia é que existem muitas soluções sustentáveis que estão revolucionando a forma como nos deslocamos. Um transporte público de qualidade, eficiente e integrado é a espinha dorsal de qualquer cidade que se preze.
Investir em ônibus elétricos, por exemplo, não só reduz a poluição sonora e do ar, como também contribui para a saúde financeira do sistema a longo prazo.
Cidades como Curitiba são pioneiras nesse modelo, com seus sistemas de BRT (Bus Rapid Transit) que combinam eficiência e sustentabilidade. A gestão de dados, apesar de ser um desafio, é fundamental para planejar e operar o transporte público de acordo com as necessidades reais da população, garantindo que ele chegue onde precisa e quando precisa.
É uma transformação que exige cooperação entre o setor público, privado e a sociedade civil, mas que traz um impacto direto na nossa qualidade de vida.
Inovações que Nos Colocam em Movimento
Além do transporte público, a gente tem visto surgir uma série de alternativas incríveis que incentivam uma mobilidade mais ativa e limpa. Quem nunca pensou em ir de bicicleta para o trabalho, ou usar um patinete elétrico para um trajeto mais curto?
Cidades como Copenhague e Amsterdã são exemplos de como as ciclovias e os sistemas de compartilhamento de bicicletas podem transformar a dinâmica urbana, melhorando a saúde e diminuindo o tráfego.
Em Paris, o conceito de “cidade de 15 minutos” é uma meta ambiciosa, onde os moradores podem acessar tudo o que precisam (trabalho, lazer, serviços) em no máximo um quarto de hora, seja a pé ou de bicicleta.
Essa ideia de reduzir a dependência do carro particular é um dos pilares da mobilidade sustentável, promovendo um ambiente urbano mais agradável e saudável para todos.
Eu acredito muito que a chave está na integração desses diferentes modais, criando um ecossistema de transporte que se adapte às nossas diversas necessidades, sem sacrificar o meio ambiente.
Habitação Acessível e Inovadora: Um Lar para Todos
Superando os Altos Custos com Criatividade
Ah, a questão da moradia! Para mim, é um dos desafios mais urgentes e complexos do planejamento urbano. Como garantir que todos tenham um lar digno, seguro e acessível, especialmente em um cenário de crescimento populacional e desigualdade social?
O alto custo de construção, seja pelo valor do terreno, dos materiais ou da mão de obra, torna a habitação acessível um verdadeiro quebra-cabeça para governos e organizações.
Mas, felizmente, a inovação está chegando para nos ajudar a virar esse jogo. Eu tenho acompanhado projetos que buscam soluções criativas, como o uso de materiais alternativos e processos de construção mais eficientes, que reduzem custos sem comprometer a qualidade.
Em Portugal, por exemplo, estão buscando tecnologias de Hong Kong, como a pré-fabricação modular e o uso de robôs em obras civis, para acelerar a construção de habitação pública.
São ideias que trazem esperança para comunidades que precisam de moradias de baixo custo e entrega rápida.
Parcerias e Programas que Fazem a Diferença
A construção de habitação popular não pode ser responsabilidade apenas do governo; é um esforço coletivo. As parcerias público-privadas têm se mostrado uma estratégia muito eficaz, unindo recursos e expertise para implementar projetos habitacionais de forma mais eficiente.
Além disso, programas que focam não só na quantidade, mas na qualidade das moradias, são essenciais. O “Programa Vivenda”, no Brasil, por exemplo, atua na reforma de casas em condições insalubres, oferecendo melhorias acessíveis para comunidades de baixa renda.
Isso mostra que a inovação em habitação vai muito além da simples construção; envolve pensar em financiamento facilitado, regularização fundiária e acesso a serviços básicos como água, esgoto e energia.
O objetivo final é sempre o mesmo: dar às pessoas a oportunidade de ter um lar onde possam viver com dignidade, segurança e bem-estar. É sobre construir comunidades, não apenas casas.
Planejamento Urbano Participativo: A Voz da Comunidade em Destaque
Construindo Cidades Com a Gente
Sabe uma coisa que eu aprendi na minha jornada no planejamento urbano? Que não existe cidade perfeita sem a participação de quem vive nela. Por muito tempo, as decisões sobre o futuro dos nossos bairros e cidades eram tomadas “de cima para baixo”, sem ouvir a voz da população.
Mas, felizmente, essa realidade está mudando. O planejamento participativo é uma tendência crescente e fundamental, que coloca os cidadãos no centro do desenvolvimento urbano.
É a chance de nós, moradores, não só apontarmos os problemas, mas também de colaborarmos ativamente na busca por soluções, expressando nossas necessidades e desejos para os espaços que habitamos.
Iniciativas como o Orçamento Participativo, que já teve sucesso em cidades como Belo Horizonte, são exemplos claros de como a comunidade pode influenciar diretamente a alocação de recursos e a priorização de projetos.

É a democracia sendo exercida na prática, no nível mais local e impactante.
Desafios e Benefícios da Colaboração
Claro que envolver toda uma comunidade não é uma tarefa simples. Eu já vi muitas discussões acaloradas e interesses conflitantes em mesas de debate sobre planejamento.
A efetividade dos processos participativos pode ser enfraquecida por diversas situações, como a falta de canais adequados de comunicação ou a dificuldade em engajar grupos sub-representados.
No entanto, os benefícios superam em muito os desafios. Quando a comunidade se envolve, o planejamento se torna mais alinhado com as reais necessidades locais, gera um maior senso de pertencimento e responsabilidade sobre o espaço público, e resulta em projetos mais resilientes e inclusivos.
A integração de dados e o mapeamento de necessidades e recursos são passos cruciais para que essa abordagem participativa seja um verdadeiro sucesso. Afinal, quem melhor do que nós, que vivemos e respiramos a cidade todos os dias, para dizer o que realmente funciona e o que precisa mudar?
É um caminho sem volta para cidades mais humanas e democráticas.
O Equilíbrio Delicado entre Crescimento e Preservação
Modernidade de Mãos Dadas com a História
Essa é uma das questões que mais me tiram o sono no planejamento urbano: como garantir o desenvolvimento e a modernização sem destruir o nosso valioso patrimônio histórico e ambiental?
É um dilema complexo, eu sei. Ninguém quer ver sua cidade estagnada, mas também não queremos que a especulação imobiliária ou a falta de visão apaguem a nossa memória e a nossa identidade.
Em Portugal, a arquitetura moderna tem buscado reabilitar o edificado existente, integrando novos espaços culturais e de lazer, o que contribui para fortalecer o sentido de comunidade e dinamizar a economia local.
A ideia é ver o patrimônio não como um obstáculo, mas como uma oportunidade de revalorização e de desenvolvimento harmônico. Em centros históricos, por exemplo, é possível compatibilizar a preservação com o potencial construtivo, criando um equilíbrio virtuoso entre o novo e o antigo.
É um esforço para que o passado e o futuro caminhem juntos, construindo cidades com alma e com visão.
Áreas Verdes e o Futuro Sustentável
Além do patrimônio construído, temos o patrimônio ambiental, que é simplesmente vital para a nossa qualidade de vida. Áreas verdes urbanas, parques e rios limpos não são luxo, são necessidade!
Eles melhoram a qualidade do ar, promovem lazer, bem-estar e até a saúde mental das pessoas. A gestão ambiental urbana é um desafio constante, especialmente com o crescimento acelerado das cidades.
Eu acredito que precisamos de políticas públicas que não só protejam esses espaços, mas que também invistam em educação ambiental para conscientizar a todos sobre a importância de práticas sustentáveis.
Em Parauapebas, no Brasil, a gestão ambiental urbana recebeu reconhecimento na COP30 por suas boas práticas, mostrando que é possível conciliar desenvolvimento e preservação, com planejamento e compromisso.
É sobre garantir um ambiente saudável e equilibrado para as futuras gerações, porque afinal, o planeta é a nossa casa, e as cidades são parte dele.
| Desafio Urbano Comum | Solução Inteligente e Sustentável | Impacto na Qualidade de Vida |
|---|---|---|
| Congestionamento de Tráfego | Sistemas de transporte público elétricos e eficientes, ciclovias e patinetes compartilhados | Redução do estresse, ar mais limpo, mais tempo livre |
| Falta de Habitação Acessível | Construção modular, parcerias público-privadas, programas de reforma acessível | Acesso a moradia digna, segurança, bem-estar social |
| Gestão de Resíduos e Poluição | Monitoramento da qualidade do ar, gestão inteligente de resíduos, energias renováveis | Ambiente mais saudável, uso otimizado de recursos naturais |
| Planejamento Excludente | Planejamento participativo, engajamento comunitário, consulta pública | Maior senso de pertencimento, projetos mais inclusivos e eficientes |
Gestão de Recursos para as Futuras Gerações: Pensando no Amanhã
O Compromisso com a Sustentabilidade
É clichê, eu sei, mas é a mais pura verdade: as decisões que tomamos hoje sobre a gestão dos nossos recursos naturais e urbanos vão moldar o futuro das próximas gerações.
E quando eu penso nisso, sinto uma responsabilidade enorme! Não podemos nos dar ao luxo de um desenvolvimento que ignore o impacto ambiental ou a escassez de recursos.
É aí que entra o conceito de cidades sustentáveis, que buscam atender às nossas necessidades presentes sem comprometer a capacidade dos nossos filhos e netos de atenderem às suas.
Isso significa apostar em energias renováveis como solar e eólica, em edifícios que economizam energia e água, e em sistemas de reaproveitamento hídrico.
É um olhar sistêmico que vai muito além do imediato, buscando soluções de longo prazo para problemas que são de todos nós.
Tecnologia e Políticas Públicas Integradas
Para que essa visão de futuro se concretize, a tecnologia é uma aliada poderosa, mas precisa estar alinhada com políticas públicas bem estruturadas. Eu vejo que a gestão urbana sustentável exige um entendimento profundo dos problemas existentes e a implantação de planos e programas que unam qualidade de vida, proteção ambiental e desenvolvimento econômico.
Isso inclui desde a gestão de recursos hídricos, garantindo água de qualidade para todos, até o ordenamento territorial que organize o crescimento urbano de forma equilibrada, evitando a ocupação desordenada.
Em Estocolmo, por exemplo, eles usam inteligência artificial para otimizar o consumo energético em prédios públicos e residenciais, e têm metas ambiciosas de neutralidade de carbono.
Isso mostra que, com a combinação certa de inovação e governança, podemos transformar nossos desafios em oportunidades reais para um futuro mais próspero e equilibrado.
A participação cidadã, nesse contexto, é um dos pilares mais importantes, impulsionando a transformação e garantindo que as políticas reflitam as prioridades da comunidade.
글을 마치며
E chegamos ao fim de mais uma jornada incrível pelo universo do planejamento urbano! Eu espero, de coração, que esta conversa tenha acendido uma faísca de curiosidade e consciência em cada um de vocês. O que percebemos é que as cidades não são apenas conjuntos de edifícios e ruas; elas são organismos vivos, pulsantes, que se transformam a cada dia e que refletem diretamente as nossas vidas. As tendências e inovações que exploramos – desde as cidades inteligentes até a moradia acessível e a gestão de recursos para o futuro – mostram que temos um caminho promissor pela frente, mas que exige nosso envolvimento. A construção de cidades mais justas, sustentáveis e humanas é uma responsabilidade coletiva, e a sua voz, a sua participação, são mais importantes do que nunca neste processo.
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1. A participação cidadã é o motor principal para um planejamento urbano eficaz e inclusivo, garantindo que as necessidades reais da comunidade sejam atendidas. Sem a nossa voz, as cidades correm o risco de se desenvolver de forma despersonalizada, ignorando o que realmente importa para quem as vive diariamente. Por isso, engajar-se em audiências públicas, conselhos comunitários ou até mesmo em discussões online sobre o futuro da sua região é fundamental.
2. Cidades inteligentes não são apenas sobre tecnologia; são sobre usar dados e inovações para melhorar a qualidade de vida das pessoas, otimizando serviços, reduzindo o desperdício e tornando o ambiente urbano mais seguro e eficiente. Desde a iluminação pública adaptativa até sistemas de transporte mais fluidos, a tecnologia é uma ferramenta poderosa para resolver problemas históricos das nossas metrópoles. É fascinante ver como a análise inteligente de informações pode transformar a realidade e gerar soluções práticas para desafios complexos do dia a dia.
3. A mobilidade urbana sustentável é a chave para o futuro das nossas cidades. Isso significa investir em transporte público de qualidade (eletricidade, por que não?), incentivar o uso de bicicletas e patinetes, e criar espaços onde possamos andar a pé com segurança e prazer. Reduzir a dependência do carro não é apenas bom para o meio ambiente, mas também para a nossa saúde, o nosso bolso e, claro, para a qualidade do ar que respiramos. Cidades que priorizam o pedestre e o ciclista são, invariavelmente, cidades mais felizes e saudáveis.
4. Resolver o desafio da habitação acessível passa por inovação na construção, buscando materiais e métodos que reduzam custos sem comprometer a durabilidade e a qualidade. Além disso, parcerias entre o setor público e privado são essenciais para viabilizar projetos em larga escala. Programas de apoio à reforma e regularização fundiária também desempenham um papel crucial para garantir moradia digna para todos, porque um lar seguro é a base para uma vida plena e com dignidade. Eu já vi de perto o impacto transformador que um teto seguro pode ter na vida de uma família.
5. Equilibrar o crescimento urbano com a preservação do patrimônio histórico e ambiental é um desafio constante, mas é o que dá alma às nossas cidades. Áreas verdes, arquitetura que conta histórias e rios limpos são elementos que enriquecem a nossa experiência urbana e garantem um ambiente saudável para as futuras gerações. Políticas públicas eficazes e a conscientização da comunidade são fundamentais para que a modernidade e a tradição caminhem lado a lado, construindo um futuro com raízes e com visão.
Importantes
Ao longo deste post, mergulhamos nas profundezas das tendências e inovações que moldam o planejamento urbano. Vimos que as Cidades Inteligentes representam um futuro onde a tecnologia atua como uma aliada para otimizar nossos recursos e melhorar a eficiência dos serviços públicos, mesmo diante de desafios como o investimento inicial e a integração de dados. Discutimos a importância vital da Mobilidade Urbana Sustentável, que prioriza o transporte público eficiente e alternativas limpas, como bicicletas e patinetes, para criar cidades mais fluidas e com ar mais puro, impactando diretamente nossa rotina e bem-estar. Abordamos também a busca por Habitação Acessível e Inovadora, um quebra-cabeça que começa a ser resolvido com criatividade na construção e parcerias estratégicas, garantindo um lar digno para todos. Em seguida, ressaltamos a essencialidade do Planejamento Urbano Participativo, onde a voz da comunidade é colocada no centro das decisões, construindo cidades que realmente atendam às necessidades de seus moradores. Por fim, refletimos sobre o Equilíbrio Delicado entre Crescimento e Preservação, enfatizando a necessidade de manter viva nossa história e nossas áreas verdes, além de uma Gestão de Recursos para as Futuras Gerações, um compromisso inadiável com a sustentabilidade e a inovação. Cada um desses pontos se entrelaça, formando a tapeçaria complexa e fascinante do desenvolvimento urbano, que está em constante evolução e nos convida à participação ativa. Lembre-se: sua cidade é seu reflexo, e juntos podemos torná-la ainda melhor!
Perguntas Frequentes (FAQ) 📖
P: Como podemos equilibrar o crescimento acelerado das nossas cidades com a necessidade urgente de preservar o nosso valioso patrimônio histórico e, ao mesmo tempo, proteger o meio ambiente?
R: Ah, essa é a pergunta de um milhão de euros, não é mesmo? É um dilema que me tira o sono e que já vi tirar o sono de muitos urbanistas. A verdade é que não existe uma fórmula mágica, mas a chave, na minha experiência, está em uma palavra: planejamento.
Não um planejamento engessado e de gabinete, mas um que seja participativo e de longo prazo. Precisamos envolver a comunidade desde o início, porque quem mora e vive a cidade sabe o que é realmente importante.
Eu mesma já vi projetos maravilhosos serem barrados porque não consideravam a alma do lugar. É preciso que as autoridades tenham a coragem de dizer “não” a empreendimentos que, embora prometam um lucro rápido, destruirão o que é insubstituível.
Soluções como a requalificação urbana, que dá nova vida a edifícios antigos ou áreas degradadas, são muito mais inteligentes do que simplesmente derrubar tudo para construir o novo.
E quanto ao meio ambiente? É essencial criar e expandir áreas verdes, investir em infraestrutura que suporte o uso de energias renováveis e, claro, incentivar a mobilidade sustentável.
Não é fácil, mas o legado que deixaremos para as futuras gerações depende dessa nossa capacidade de inovar com responsabilidade.
P: Em cidades que não param de crescer, como podemos garantir que todos, desde os moradores do centro até as periferias, tenham acesso justo e de qualidade a serviços essenciais como transporte, lazer e cultura?
R: Essa é uma das maiores bandeiras que eu levanto, e confesso que sinto uma frustração enorme quando vejo a desigualdade gritante em muitas das nossas metrópoles.
Na minha visão, o acesso equitativo não é um luxo, é um direito fundamental! Eu sempre digo que uma cidade inteligente não é só aquela com muita tecnologia, mas aquela que cuida de todos os seus cidadãos.
Pensemos no transporte público: ele precisa ser eficiente, seguro e acessível, conectando todas as regiões da cidade sem que o trajeto se torne uma odisseia diária.
Muitas vezes, vi que a solução não está em construir mais vias, mas em otimizar o que já existe e, principalmente, investir em modais alternativos, como ciclovias seguras e calçadas bem cuidadas.
E quanto ao lazer e cultura? É um erro pensar que esses são serviços apenas para o centro. Precisamos descentralizar!
Criar espaços culturais nas periferias, reformar praças, incentivar artistas locais. Lembro-me de um projeto em que participei, onde transformamos um terreno baldio em uma horta comunitária e um espaço para eventos culturais.
A mudança na qualidade de vida das pessoas foi palpável! É sobre criar oportunidades e dignidade em todos os cantos da cidade, garantindo que o direito à cidade seja para todos, e não apenas para alguns privilegiados.
P: Quais são as tendências mais promissoras no planejamento urbano hoje, aquelas que realmente podem transformar nossas cidades em lugares mais felizes e funcionais para o futuro?
R: Essa é uma pergunta que me enche de esperança, porque apesar dos desafios, vejo muita gente boa trabalhando em soluções incríveis! Se eu pudesse destacar as tendências que mais me empolgam, seriam, sem dúvida, o conceito de “cidades inteligentes” (e, reforço, a inteligência que serve às pessoas!), a “mobilidade sustentável” e as “soluções inovadoras para habitação”.
Em relação às cidades inteligentes, não é apenas sobre ter câmeras ou sensores, mas sobre usar a tecnologia para melhorar a vida cotidiana: otimizar o tráfego, gerenciar melhor os resíduos, economizar energia.
Já vi casos onde a iluminação pública se ajusta automaticamente ao movimento, gerando uma economia absurda! A mobilidade sustentável, então, é uma paixão!
Estamos falando de menos carros, mais bicicletas, mais transporte público de qualidade e, claro, cidades mais caminháveis. Ninguém aguenta mais o trânsito e a poluição, não é?
A liberdade de andar ou pedalar com segurança é impagável. E sobre habitação, precisamos sair do padrão. As inovações vão desde construções modulares e mais sustentáveis até políticas públicas que incentivam o uso misto do solo, onde moradia, trabalho e lazer coexistem.
Isso diminui a necessidade de deslocamentos longos e cria comunidades mais vibrantes. Acredito que o futuro está em cidades que se adaptam às nossas necessidades, que são resilientes e que nos permitem viver com mais qualidade de vida e menos estresse.
O caminho é longo, mas as ferramentas e a criatividade para chegar lá estão cada vez mais presentes.






